
EM NOME DO SENHOR JESUS
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Quem é JESUS CRISTO?
De uma forma acessível, a matéria mais importante do nosso site visa explicar a toda pessoa interessada em aprender sobre a pessoa de Jesus Cristo e os conceitos da fé Evangélica que apontam de forma exclusiva a esse nome.
O objetivo não é converter quem quer que seja a fé cristã - ainda que isso seja a escolha que definirá a sua eternidade - mas desvendar muitas dúvidas que pairam perante a sociedade quanto ao significado de Jesus Cristo dentro da fé Evangélica. Nossa proposta é explicarmos de maneira sucinta, desde a origem do ser humano até a vinda de Jesus ao mundo e, o porque houve toda essa manifestação de Deus para com o ser humano.
Sem focarmos em trechos bíblicos ou datar situações de forma cronologicamente bíblica, iremos sucintamente fazer você entender a fé professada pelos verdadeiros evangélicos.
Quando Jesus passou a existir?
É importante respondermos essa pergunta que nós mesmos levamos ao ar porque é desse ponto que iremos compreender a necessidade da vinda de um Messias ao mundo. Jesus não passou a existir em momento algum. Não há um único momento em toda a eternidade em que ele não exista. Há uma grande diferença entre "passar a existir" e "se manifestar no mundo" em forma humana.
Então, Jesus é um ser eterno, não tem início e nem fim e antes da sua manifestação no mundo, como Salvador, Messias, vamos entender a criação de Deus: o ser humano! Assim conseguimos nos achegar justamente no foco da matéria: Jesus Cristo.
Deus, ao criar o ser humano, assim o fez de forma plena, perfeita, assim como Ele é perfeito. Dentre essa perfeição, Deus deu ao homem o domínio sobre as coisas, até mesmo sobre sí mesmo como a plena liberdade de pensamento e ações.
Deus então cria o homem, cria a mulher e concede a esses total liberdade. Veja o interessante de que Deus planeja de uma forma, concede liberdade e, mesmo sabendo que o homem iria por caminhos diferentes do seu plano, ainda assim o fez e ainda assim o entregou o livre arbítrio, o que aliás, temos até os dias de hoje.
Em sua criação, Deus dá ao ser humano a liberdade e também coloca regras - Haver regras não cerceia o direito à liberdade. A pessoa pode cumprir as orientações, ou não! E assim sucedeu a criação divina.
A determinação para que Adão e Eva não comece do fruto é mal interpretado por algumas pessoas pois não era o fruto em si a situação má. Deus apenas queria testar a obediência de sua criação no mesmo tempo em que havia concedido ao ser humano o livre arbítrio.
Quantos de nós já vimos aquela brincadeira que muitos pais fazem com os seus filhos, os gravando de forma escondida, oferecendo um delicioso chocolate e impondo uma regra: Você só pode comer depois que eu voltar de tal lugar e insere ali, frente a criança, o chamativo chocolate? pois então, qual a ração da criança? cada uma tem sua natureza reativa. Veja: o pai não proibiu taxativamente que a criança não comesse o doce, certo? fez uma orientação, mostrou o caminho que a criança haveria de proceder, não porque o doce teria algo de negativo a ela, mas o objetivo era comprovar a obediência e ai, cada um desses vídeos tem o final hilario, desde daqueles que se aguentam firmes quanto aos que não resistem a guloseima, caem em "tentação" e abocanham o doce!
Claro, fizemos uma analogia para a compreensão de que "obedecer" não é obrigação. Orientação para não fazer determinada ação não é proibição. Então, a criação humana também esteve nesse "teste", mas o que ocorreu? Eva preferiu se deixar levar pela sedução e provou do fruto proibido que, assim como o chocolate, a maçã nada tinha de errado, Deus queria verificar a fidelidade, a obediência.
Eva então, não somente desobedeceu às orientações de Deus como induziu Adão a cometer o mesmo erro. Em certo contexto, Eva assim o fez porque enganada pela serpente, já Adão pecou sabendo exatamente o que estava fazendo e por desobediência consciente, não observou o mandamento recebido diretamente de do criador.
Mas aonde Jesus Cristo entra na história? Calma aí que vamos chegar lá.
Então, pela desobediência, houve o rompimento entre Deus e o ser humano. O fato do pecado ter entrado no mundo não fez Deus desistir de sua criação, porém, ele ficou separado, sem aquela intimidade com o ser humano.
O homem, por sua vez - não estamos entrando em tempo cronológico desde Adão até os nomes citados nas escrituras - mas buscando trazer o conhecimento da história "teológica da humanidade" - Logo, assim como os relatos bíblicos afirmam, o homem buscava de alguma forma ter acesso a Deus. Então, adentramos no contexto religioso, onde o homem buscava, talvez com boa intenção, realizar rituais ou criar regras e leis na tentativa de justificar o ser humano diante de Deus.
Deus então, separado do ser humano, a religiosidade tentando reverter a situação e, até mesmo atribuindo certas leis como sendo leis dadas por Deus - o que na fé Evangélica não é compreendida dessa forma. Entendemos que as leis do antigo testamento foram feitas por homens e não a mando de Deus, falaremos sobre isso oportunamente. Mas está lá o homem tentando, por meio de práticas, rituais, regras, leis que proibia o que fazer e leis que ordenava o que fazer, ser justificado diante de Deus. Em média, haviam 613 leis, sendo 248 positivos - o que o homem deveria fazer e, 365 negativos, o que não haveria de fazer. Se o ser humano focasse sua vida nas leis, humanamente falando, seria impossível cumprir todas essas regras sem escorregar em uma ou em algumas. Isso já era o bastante para que o peso de todas viesse à pessoa. Logo, as leis jamais foram cumpridas em sua totalidade, nem que fosse de total interesse da pessoa, ela conseguiria seguir sem derrapar! o que tornava todas as demais inativas para a justificação.
As leis serviam como um modo de conter a liberdade do ser humano que a essa altura era uma verdadeira libertinagem. Então, o homem tinha vontade de fazer determinadas coisas, só não as faziam por medo pois, toda lei possui um preço em caso de sua desobediência e o medo fazia com que os religiosos tentassem, ao menos, seguir a risca as mais importantes regras.
Mesmo com leis, uma forma de frear o ser humano em suas vontades, o pecado não deixou de existir pois elas continuam pecando, tanto em ações como em pensamentos. Então, no ponto de vista de justificativa do ser humano diante de Deus por meio de Leis, não calhou de ter sucesso.
Dentre as leis, haviam regras, desde lógicas, boas e inteligentes, até leis totalmente sem nexo, lógica e perversa - por isso a prática evangélica não atribui as leis do velho testamento como enviadas por Deus aos grandes profetas da época.
Bom, o pecado entrou no mundo por meio de um homem. O pecado permaneceu no mundo mesmo com as leis que visava reconciliação entre Deus e o ser humano. Não havia nenhuma ponte entre Deus e o ser humano após a desobediência de Adão.
Mas, por amor à sua criação, Deus não havia desistido do ser humano e Ele sabia, e assim determinou que por um ser humano puro, o pecado veio a existir e por um ser humano pecado, o pecado haveria de deixar o mundo. E agora?
As escrituras afirmam que TODOS pecaram. Como um homem poderia fazer a obra salvadora, sendo pecador? condição impossível. Deus promete ao seu povo o envio de um Messias, um homem que poderia salva-los do pecado através de sacrifício vivo, único e eficaz.
Também, não adentrando em méritos cronológicos, o ser humano esperou a chegada desse Messias desde os primórdios até a era que seria o momento apostólico. Todo esse tempo, muitos se fizeram passar como Messias e seria natural a incredulidade quando, de fato, o Messias surgisse.
Deus então busca a reconciliação com o ser humano, uma vez que pelas leis, em sí, nenhuma pessoa conseguiria a justificativa, haja vista que nenhum ser humano poderia suportar, nem as leis e nem o castigo das leis e determina que, especificamente de Romanos 5:12-20, e introduz o conceito do pecado original, onde por meio de Adão, o pecado e a morte entraram no mundo, afetando toda a humanidade, mas, em contraste, a graça de Deus, através de Jesus Cristo (o "segundo Adão"), traz justificação e vida eterna.
Colocar aqui a passagem de Filipe
Em outras palavras: da mesma forma que um homem (limpo) pecou, um homem (limpo) haveria de pagar! Mas se, pela desobediência do homem perfeito o pecado veio a TODO homem, como Deus encontraria um ser humano que poderia fazer o papel da redenção para todo o ser humano?
Não havia!
Colar todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus
As escrituras são taxativas quando afirma que todos, abaixo do sol, estão sob a mesma condição: pecadores! Não houve um justo, um sequer para cumprir o "papel reverso" da desobediência de Adão.
Deus então se manifesta a Sí mesmo, assumindo uma natureza totalmente humana e vem ao mundo em forma exatamente humana e realiza a obra salvadora de toda humanidade por um único sacrifício eterno e eficaz.
Deus poderia vir ao mundo de qualquer forma, afinal, estamos falando de Deus, o que tudo pode! mas lembra quando falamos que o pecado entrou no mundo por um homem perfeito e por um homem perfeito haveria de ser pago? pois então, assim quis Deus
Romanos 5 - 14:17
No entanto, a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual é a figura daquele que havia de vir. Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. E não foi assim o dom como a ofensa, por um só que pecou; porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação. Porque, se, pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça e do dom da justiça reinarão em vida por um só, Jesus Cristo.
Essa passagem é cabal e mostra que da mesma forma como houve "a falha", deverá haver a "correção" e importante esclarecer que a afirmativa "morte" não deve ser levada no sentido literal. Em contextos bíblicos, o termo "morte" pode representar a "separação do homem do seu criador" ou seja: "morte espiritual".
Então, se o pecado de um só homem foi herdado por todos os seres humanos, então não havia um ser que poderia fazer o papel de remidor. Mesmo com as leis religiosas, ainda assim todo ser humano era pecador. Por isso, em cumprimento as profecias, como podemos citar o Livro de Isaias 9 - 6 que diz:
"Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros. E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz".
Foi prometido ao ser humano um Salvador, aquele que justificaria o pecador diante de Deus e mais um detalhe importante: Essa passagem bíblica é profética, ou seja: ocorreu antes da vinda do Messias, mesmo assim o profeta já adiantava "como seria" esse Salvador, quais eram suas características.
Também foi revelado ao homem como o Salvador haveria de vir:
Isaías 7:14
"Por isso o Senhor mesmo dará a vocês um sinal: a virgem ficará grávida, dará à luz um filho e o chamará Emanuel".
Então o Salvador não estava no meio dos homens, ainda estava por vir! e já havia, nessa passagem, revelada duas importantes informações:
"A virgem ficará grávida" - Como isso poderia acontecer? humanamente falando, impossível. Certo?
Outro detalhe crucial: "E o chamará de Emanuel", uma palavra de origem hebraica que significa "Deus Conosco".
Já sabemos que o futuro salvador viria: Através de uma mulher virgem e haveria de receber o nome de Emanuel, em seu significado de existência. Esses dois detalhes nos mostram que Deus havia resolvido a questão de: "se por um homem perfeito o pecado entrou no mundo e por um homem perfeito, o pecado haveria de sair" e, como não havia um único justo sobre a face da terra, os planos de Deus foi exatamente este:
Ele se manifestar em forma humana, em sua natureza 100% humana, viver debaixo de todas as condições humanas, sendo provado, tentado exatamente como qualquer ser humano e resistir na mesma limitação que um ser humano comum haveria de resistir.
Sim, se Deus se manifestasse no mundo como Deus, isso não seria uma tarefa nada difícil. Deus é Deus, ele não peca, não erra e, estando em sua condição dívida, mesmo que no mundo, não pecaria de forma alguma. Portanto, ao se fazer homem em toda a sua plenitude, o pecado o rondou o tempo todo, mas resistiu a todos e venceu!
Então, a vinda do Messias se deu de forma "humana e divina" pois, divinamente, o Messias foi gerado em Maria - ela não o gerou, o Espirito Santo gerou Jesus em sua plenitude humana - e, sendo gerado em forma humana, sua gestação, nascimento, e toda a condição humana foi vista no Messias.
E porque Deus escolheu Maria? Maria era descendente de David, uma das condições que Deus queria. Ela era fiel e temente a Deus, sempre se colocando no patamar de serva e não havia conhecido homem.
Por isso as escrituras afirmam que Maria foi "bem-aventurada" ou seja: um ser que recebeu uma dádiva diretamente das mãos de Deus. Algumas pessoas confundem as escrituras, quando elas afirmam que Maria foi bem-aventurada e a chamam de "Santa" no sentido de ter poderes, se milagreira, de corredentora. Até mesmo acusam os evangélicos de desprezarem a mãe do Messias, quando, no entanto, concedemos a Maria exatamente o que as escrituras concedem, sem tirar uma única palavra e sem acrescentar uma única palavra.
Como foi o contato divino com Maria? e José?
É uma história bem interessante. Maria estava desposada de José. Nos tempos atuais podemos classificar como sendo os mesmos, "namorados" ou mesmo, "noivos" e, portanto, não haviam intimidades entre os dois. Maria não conheceu intimamente a José até o seu casamento.
Mas que situação estranha para aquela época e sociedade, não é mesmo? José teria a sua noiva, grávida, sem ter tocado nela e, como entender aquela condição? Somente com aspecto divino, pois humanamente falando, seria impossível acreditar em tudo o que estava por vir.
Segundo o Evangelho de Lucas, Maria soube da gravidez por meio de uma visita de um anjo enviado por Deus. Maria era virgem e estava prometida em casamento a José, um carpinteiro. Durante a Anunciação, o anjo disse a Maria: "Não tenha medo, Maria, pois você foi agraciada por Deus! Você ficará grávida e dará à luz um filho, e lhe porá o nome de Jesus".
Maria, surpresa, perguntou como isso seria possível, visto que era virgem. O anjo respondeu: "O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Altíssimo a cobrirá com a sua sombra. Assim, aquele que há de nascer será chamado Santo, Filho de Deus". Maria aceitou a vontade de Deus, dizendo: "Sou serva do Senhor; que aconteça comigo conforme a tua palavra".
Mas, e quanto a José? certamente, para ele aceitar essa situação seria mais difícil que a própria Maria: "Como minha futura esposa estaria grávida"?
De acordo com o Evangelho de Mateus (Mateus 1:18-25), a situação se desenrolou da seguinte forma:
A Dúvida de José: Maria e José estavam desposados (um estágio do casamento judaico que era juridicamente vinculativo, mas anterior à coabitação). Quando José descobriu que Maria estava grávida antes de morarem juntos, ele, sendo um homem justo e não querendo difamá-la ou expô-la à desonra pública, decidiu abandoná-la secretamente.
A Intervenção Divina: Enquanto ele ponderava sobre essa decisão, um anjo do Senhor apareceu-lhe em sonho e disse: "José, filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo".
A Obediência e Aceitação: O anjo também instruiu José a dar o nome de Jesus ao menino, pois Ele salvaria o seu povo dos pecados deles. Ao acordar, José obedeceu à ordem divina, recebeu Maria como sua esposa e acolheu a missão de ser o pai terreno de Jesus.
O nascimento de Jesus ocorreu em Belém da Judeia. A história desenrolou-se da seguinte forma:
Viagem a Belém: Um decreto do imperador romano César Augusto exigiu um censo, e todos deveriam se registrar em sua cidade de origem. José, sendo descendente de Davi, viajou de Nazaré, na Galileia, para Belém com Maria, que estava grávida.
Falta de hospedagem: Ao chegarem a Belém, não encontraram lugar nas estalagens ou hospedarias, pois a cidade estava cheia. Por isso, Maria deu à luz em um local rústico, provavelmente uma estrebaria ou um abrigo de animais.
O nascimento: Maria deu à luz seu filho primogênito, envolveu-o em panos e o colocou em uma manjedoura (um cocho de onde os animais comiam).
Anúncio aos pastores: Naquela mesma noite, um anjo do Senhor apareceu a pastores que cuidavam de seus rebanhos nos campos próximos. O anjo anunciou a eles a "boa nova de grande alegria": o nascimento do Salvador, o Messias, em Belém. Deu-lhes um sinal: encontrariam o bebê envolto em panos e deitado numa manjedoura.
Visita: Os pastores foram apressadamente a Belém, encontraram Maria, José e o recém-nascido Jesus, e contaram a todos o que lhes havia sido dito.
Reis Magos: Embora não estivessem presentes no momento exato do nascimento na manjedoura (segundo a narrativa de Mateus, eles chegam depois, a uma casa), os Magos do Oriente seguiram uma estrela especial que indicava o nascimento do novo rei e vieram adorá-Lo, oferecendo presentes de ouro, incenso e mirra.
Então, em forma exatamente humana, Deus estava no mundo fisicamente: O Deus invisível se tornou visível ao assumir uma natureza 100% humana!
Ah, mas se ele nasceu de uma mulher, claro que ele é 100% humano! alguns podem estar indo por essa linha de pensamento, mas não é bem assim: veja: Ele quis ser reconhecido como um ser 100% humano porque é claro que o sacrifício para a nossa redenção haveria de vir de um ser humano. Inexiste sacrífico para Deus! Ele, se tornando em natureza humana, poderia estar na condição do "homem que faria o oposto do homem que fez o pecado entrar no mundo", mas com adendo: o consentimento de Jesus não se deu por condições humanas, pois já estria ele em pecado. Portanto, quem gerou Jesus em Maria foi o Espirito Santo. Em si mesma, Maria não tinha o poder e também possuía a natureza pecadora como todo ser humano possui. Ao gerar em Maria, o Messias, Deus se molda em figura humana sem qualquer pecado herdado pela natureza humana.
Então, para o mundo, havia presença daquele que haveria de "religar o ser humano ao criador" e esse foi o papel único da vinda de Jesus ao mundo: Salvar o mundo.
A fé Evangélica, que é a fé apostólica, compreende que Jesus é o Deus criador de todas as coisas e que se fez homem oportunamente para justamente haver o pagamento do preço que nenhum outro homem poderia conceder, porquanto, todos estavam debaixo do pecado.
Temos afirmativas bíblicas sobre essa verdade divina:
João 1:1 e 14, um dos trechos mais fundamentais da Bíblia, introduz Jesus Cristo como o "Verbo" (Palavra), que existe desde o princípio com Deus e era Deus, e culmina com a encarnação desse Verbo em Jesus, que se fez carne e habitou entre nós, revelando a glória divina com graça e verdade "E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade"
Nisto e tão somente nisto tem o fundamento a fé Evangélica. Jesus é o ponto exatamente central de toda a história humana e é o único ser, o único nome pelo qual importa que o ser humano seja salvo. Assim, ser Evangélico/Evangélica não é ter ou pertencer a uma religião. Inexiste "religião Evangélica"
O termo Evangelho, de onde deriva a classificação daqueles que seguem tal ensinamento como "Evangélico/Evangélica" tem um simples significado, por vezes, desconhecido até mesmo por quem diz seguir tal doutrina. A palavra evangelho significa "boas notícias" ou "boas novas". Sim, tão puramente e simplesmente, "Evangelho" significa "boas notícias" de Deus ao ser humano.
Lembra que falamos lá acima que o ser humano pecou e Deus se separou da sua criação? pois bem, a vinda de Deus em forma humana significa a reconciliação que Ele quis e, Sua vinda é "boa notícia" ou seja: evangelho!
Muitos tentam "religiolizar" a verdade bíblica, mas, ter acesso diretamente a Deus não pode ser considerada uma religião. Portanto, ser "Evangélico/Evangélica" não é ter religião ou ser religioso/religiosa. Diferente de religiões, todas elas possuem fundamento em seu fundador:
Busdismo - Buda
Adventismo - Ellen G White
Catolicismo - Constantino
Universal - Edir Macedo
Etc...
No Evangelho, a situação muda: Não há base em um ser humano. A fé Evangélica tem por fundamento o olhar e acesso diretamente ao criador do universo.
Conclui-se que o Evangelho, as "boas notícias" de Deus para o homem é a maneira que o Criador quis realizar para que a criatura pudesse, novamente, ter acesso diretamente a Ele, sem leis, sem religiões, sem sacrifícios.
Então, se por um homem perfeito - que veio a falhar - entrou o pecado no mundo (Por Adão) e esse veio a todo homem, por um homem perfeito, agora já com a vinda do Messias, o pecado seria dissipado, mas, o que isso significa? o pecado deixou de existir?
Não! o pecado não deixou de existir, todos nascemos com a natureza pecaminosa e, o papel de Jesus, ao se manifestar no mundo em uma forma 100% humana, foi justamente pagar o preço do pecado, o castigo de toda a lei que haveria de cair sobre Ele que seria o Cristo, o Ungido o qual, sendo exatamente Deus, se fez exatamente homem, vindo ao mundo com um único objetivo: Salvar.
Certo, mas salvar como?
Veja: Deus é Santo, nunca pecou, nunca falhou. Religar o ser humano a Deus seria religar um pecador junto ao que é Santo. Impossível. Então entra a pessoa de Jesus Cristo, em sua natureza exatamente humana: Sentia fome, sono, frio, calor, dor e até mesmo margem para cair em pecado como todo o ser humano! achava-se ali um ser tão igualmente a nós, mas que não cedeu ao pecado e por isso pode ser o redentor da humanidade.
Mas fica complicado entender isso de Salvação. Salvar de que forma?
O ser humano foi projetado para ser eterno. A bíblia relata a vida eterna, ao lado do criador e a morte eterna, expressão a qual não podemos levar no sentido literal. Temos, você, eu, a existência eterna. Ter acesso a vida eterna é estar junto a Deus para todo o sempre e, receber a morte eterna é estar longe de Deus por toda a eternidade na perdição e não em uma morte literal.
Cabe a quem essa escolha: Vida ou morte?
Cabe a cada um de nós.
Vamos fazer uma analogia para uma compreensão sem aqueles termo teológicos que ao invés de explicar, complicam tudo!
Vou precisar da sua ajuda, pode ser?
Suponhamos que eu estou em um restaurante, realizo a minha refeição completa e na hora de realizar o pagamento, percebo que não havia levado a minha carteira. Eu passei a ficar em dívida para com aquele estabelecimento comercial, certo?
Qual saída? Lavar prato pelo restante do dia?
Mas aí você passa, é meu/minha amigo/amiga e percebe toda a cena. Deseja então solucionar a situação e visa pagar o preço. Guarde esse termo: "preço". Então você chama o gerente e diz: Aqui está o valor total que encerra a dívida do meu amigo perante o seu estabelecimento.
Veja: A dívida está paga! o preço foi pago!
E quanto a mim, eu aceito esse pagamento? concordo que assim o seja? me sinto livre da dívida ou olho para aquele gerente do restaurante com ar de que a dívida ainda não está 100% paga? ou, serão que eu não entendi ou não quis aceitar o pagamento que você fez por mim? Mas, eu aceitando tal preço pago, estou livre da dívida junto ao restaurante, certo?
Sim, nós estamos em dívida por conta da desobediência, do pecado. É um valor alto e o preço é a "morte eterna" Romanos 6:23: "O Salário do pecado é a morte, mas o Dom gratuito de Deus é a vida eterna por meio de Cristo Jesus, nosso Senhor"
A dívida é a morte = eternamente distantes de Deus.
O pagamento da dívida = vida eterna com Deus.
Ok, mas qual a diferença entre o "pagamento, conforme a sua analogia do restaurante" para com o pagamento que Jesus Cristo efetuou? A intenção do “pagamento” foi o mesmo: "livrar de uma culpa, ainda que não intencional ", mas os preços foram exatamente diferentes.
Lembram lá no início do texto quando falamos das leis? que o descumprimento das mesmas acarretava "cobranças", literalmente, castigos? Como nenhum ser humano cumpriu as leis, humanamente falando, impossível, Jesus deixou cumprir em Si o preço da nossa dívida, pagando por todos em sacrifício único, eficaz e eterno.
Todas as leis, todos os castigos previstos nas leis religiosas que supostamente tinham por objetivo reconduzir o ser humano a Deus, foram postas em sua totalidade sobre a pessoa humana do Senhor Jesus o qual pagou o preço para a nossa salvação.
Agora, não mais debaixo das leis, compreendemos como o tempo da graça. O que significa o termo "graça" ? A graça significa o favor de Deus ao ser humano de pagar um preço de uma dívida que não era dEle, sem contar que não merecíamos tal pagamento. Logo, a salvação eterna se dá por meio de graça mediante a fé.
Então, se você aceita em seu coração que o preço da sua salvação foi pago na cruz, quando Jesus se entregou a Sí mesmo, sendo o cordeiro imaculado e, por meio de fé nEle recebe essa ação de "pagamento", então você é justificado/justificada pelo Sangue de Cristo e não mais possui qualquer dívida.
Doutrina cristã central de que Deus concede a salvação (vida eterna e perdão dos pecados) como um presente imerecido (graça), que é recebido através da fé em Jesus Cristo, e não por mérito de obras ou esforço humano.
Efésios 2- 8 e 13
"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto".
Percebeu? Não é pela sua cor, pela sua raça, pela sua condição financeira, pela sua sexualidade, pela sua religião, pelo seu nível acadêmico que você pode vir a ser salvo/salva. Não! a Salvação sob a visão de Deus se dá exclusivamente por meio de Seu "favor" (graça) por meio da sua fé exclusiva no Senhor Jesus e sua obra vivificadora na cruz.
Então o preço da sua, da nossa dívida foi pago e cabe a ti e a mim, aceitarmos esse pagamento, ou não. Deus, em nenhum momento forçou nada! nunca fez uma única imposição. Deus sempre se utilizou de condições, nunca de imposições.
Voltemos lá na profecia de Isaías 53 - 4 e 5
"...Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças; contudo nós o consideramos castigado por Deus, por Deus atingido e afligido. Mas ele foi traspassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados..."
Importante esclarecer que os termos "doenças, enfermidades" não podem ser levadas ao pé da letra. O autor aqui não está falando de doenças físicas, mas a nossa separação de Deus, onde Jesus Cristo, oferecendo a Si mesmo em sacrifício e, o castigo que nos traz a paz estava sobre ele e pelas suas chagas - feridas - fomos sarados.
No livro de Romanos, temos a visão apostólica sobre a salvação e é sobre essa visão que se sustenta a fé e práticas evangélicas, vejam:
²⁰ Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado.
²¹ Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas;
²² Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que creem; porque não há diferença.
²³ Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;
²⁴ Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.
²⁵ Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus;
²⁶ Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus.
²⁷ Onde está logo a vanglória? É excluída. Por qual lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé.
²⁸ Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.
Romanos 3:20-28
Só há uma única forma do ser humano se achegar a Deus e ter a salvação eterna: Através da fé em Jesus Cristo em sua forma humana. Não há outro modo de o ser humano ir até o Deus-Pai se não for por Jesus Cristo, o Deus encarnado.
Temos:
1 Timóteo 2:5 " Por quanto há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem"
Atentem-se ao grande detalhe: "Jesus Cristo, homem"
Por que esse detalhe faz toda a diferença? Por que Jesus é exatamente Deus e "Deus não poderia ser mediador entre a gente e Ele mesmo", não tem lógica e nisto temos a separação da natureza de Jesus o qual, como ser humano e cordeiro, é Ele, nesta natureza, que faz a ponte entre o ser humano e o Deus Pai.
Somente temos acesso a Deus através da pessoa humana do Senhor Jesus, em sua natureza exatamente como a nossa, mas sem pecado. (Lembra quando falamos que, vindo a existir o pecado por um homem, até então puro - Adão - assim, por um homem puro, o pecado haveria de sair do mundo? pois isso a necessidade de uma natureza 100% humana em Jesus Cristo).
Há muitas dúvidas quando a pessoa do Senhor Jesus. A mente humana não consegue captar o sentido escritural e isso é compreensivo. Por isso, iremos inserir abaixo perguntas diretas, óbvias e com respostas contextualmente bíblicas, mas explicadas de uma forma atual, sem a sensibilidade do cunho espiritual pois tal serve a quem crê. Afinal, quem crê entende pelo espírito, diferente do não crente que precisa compreender pela lógica.
Vamos nessa:
Quando Jesus passou a existir?
Resposta: Jesus nunca teve um início. Ele é desde sempre. Não devemos confundir a sua existência eterna com a sua "manifestação" em forma humana, cujo nascimento se deu de forma física. Não é esse momento que Ele passou a existir, uma vez que ele é eterno!
A mente humana, de certa forma inteligente, para entender essa situação, chega a ser complicado pois, tudo tem um início, não é mesmo? tem que haver um momento que iniciou a existência de algo ou alguém, seja um dia, seja um ano, um bilhão de anos ou bilhões, trilhões de "anos-luz". Ocorre, no entanto, que estamos falando de Deus. Não existe algo impossível a Ele e, na mesma proporção de que a nossa visão é limitada, tanto de entendimento quanto de capacidade, a visão, mente e poder de Deus não possui qualquer limitação. Então, entendermos que a existência de Deus é eterna e sem explicação lógica ou até mesmo científica.
Colocar "no princípio era o verbo"
A Bíblia afirma a divindade de Jesus?
Sim, testifica fielmente, tanto pelas profecias no antigo testamento, quanto pelos apóstolos, bem como Ele mesmo assume o que de fato é, nunca se esquecendo, no entanto, da sua missão redentora em que haveria de ser um ser humano a pagar o preço da nossa redenção.
Isaías 7:14 "Por isso o Senhor mesmo dará a vocês um sinal: a virgem ficará grávida, dará à luz um filho e o chamará Emanuel".
João 1:1, 14: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... E o Verbo se fez carne e habitou entre nós".
João 8:58: "Em verdade, em verdade vos digo: antes que Abraão existisse, Eu Sou" (usando o nome divino de Deus).
João 10:30: "Eu e o Pai somos um" (o que levou os judeus a acusá-Lo de blasfêmia).
João 20:28: Tomé confessa a Jesus ressuscitado: "Meu Senhor e meu Deus!".
Isaías 7:14: "Por isso o Senhor mesmo dará a vocês um sinal: a virgem ficará grávida, dará à luz um filho e o chamará Emanuel".
Colossenses 1:19: "Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade".
Hebreus 1:8: "Mas do Filho diz: O teu trono, ó Deus, subsiste para todo o sempre".
Marcos 2:5-10: Jesus perdoa pecados, afirmando ter autoridade para tal, o que só Deus pode fazer.
Isaías 9:6: Profetiza o nascimento de um "Conselheiro-Maravilhoso, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz" (referindo-se ao Messias).
Zacarias 12:10: Fala sobre Deus sendo "transpassado", cumprido em João 19:34-37.
Colossenses 1:16-17 indica que todas as coisas foram criadas por ele e para ele, e que nele tudo subsiste.
Mateus 14:33: "Então os que estavam no barco o adoraram, dizendo: 'Verdadeiramente tu és o Filho de Deus'. Contexto: Ocorre logo após Jesus andar sobre as águas e acalmar a tempestade. É a primeira vez que os discípulos, como grupo, o confessam coletivamente como Filho de Deus.
Mateus 28:9: "E eis que Jesus lhes veio ao encontro, dizendo: 'Salve!'. E elas, aproximando-se, abraçaram-lhe os pés e o adoraram." Contexto: Ocorre após a ressurreição, quando Jesus aparece às mulheres (Maria Madalena e a outra Maria) que saíam do sepulcro vazio.
Uma das passagens que eu, particularmente mais amo nas escrituras fica no livro de João 14. Sabe aquela condição que você lê o diálogo e algo muda dentro de si? pois bem. Vejam que passagem maravilhosa o relato a seguir:
A passagem está em João 14 : 8-9
Neste diálogo, Jesus está confortando seus discípulos e explicando que Ele é o caminho para Deus-Pai. Filipe, buscando uma evidência física ou uma manifestação gloriosa de Deus, faz o pedido:
João 14:8: "Disse-lhe Filipe: 'Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta'."
A resposta de Jesus reafirma Sua unidade com o Pai:
João 14:9: "Jesus respondeu: 'Filipe, há tanto tempo estou com vocês, e você ainda não me conhece? Quem vê a mim vê o Pai. Como é que você diz: “Mostre-nos o Pai”?
João 10: 29 e 30 - Nessa conversa, Jesus explica que Suas palavras e obras não vêm de si mesmo enquanto figura humana, mas do Pai que habita nele, estabelecendo que Ele é a revelação perfeita da natureza de Deus.
Outra situação que também nos causa regozijo é quando Ele está pregando no tempo em Jerusalém durante a Festa da Dedicação. Ao ser questionado pelos judeus se Ele era o Cristo, Jesus explica que Suas obras e Suas ovelhas dão testemunho d'Ele e conclui com esta afirmação sobre Sua unidade essencial com Deus. Logo após dizer essas palavras, os judeus tentaram apedrejá-lo, acusando-o de blasfêmia por se igualar a Deus.
João 10: 29-30
29: "Meu Pai, que as deu a mim, é maior do que todos; ninguém as pode arrebatar da mão de meu Pai."
30: "Eu e o Pai somos um."
Todo esse estudo visa revelar o significado de Jesus Cristo dentro da fé Evangélica. Essas condições são as bases da nossa crença e doutrina. Perceberam agora o porque não nos curvamos diante de outros nomes? que, mesmo os nomes de grandes homens e grandes mulheres, incluindo Maria, que teve um papel fundamental na história do Evangelho e que, ainda assim não tem em si o perfil de divindade? nem há brechas nas escrituras para que ela receba qualquer tipo de veneração? assim como os apóstolos e tantos outros que foram pessoas fieis a Deus, que possuem cada qual seu valor mas não são seres que existem desde toda a eternidade, assim como Jesus Cristo o é?
A fé Evangélica é exclusivamente voltada a um único ser: Jesus Cristo. É por Ele que toda a criação veio a existir, é por Ele que temos a salvação, é por ele que temos a vida eterna. Está nEle o poder do julgamento, da salvação e, não há qualquer outro nome acima do nome de Jesus Cristo, seja no campo espiritual, seja no campo físico: Jesus é o nome acima de todo nome no céu. Jesus é o Nome acima de todo nome da terra e debaixo da terra. Não há ser físico ou espiritual que tenha autoridade senão o nome de Jesus Cristo e, todo ser que possui algum tipo de especialidade espiritual, assim o tem porque Jesus Cristo concede, como por exemplo, os Anjos que estão subordinados a Jesus Cristo! Todos os seres se reportam exclusivamente a Ele e fora dEle inexiste qualquer outro nome com autoridade.
Então, o fundamento da fé Evangélica é exatamente este: JESUS CRISTO e, qualquer pregação que destoa dessa explicação não faz parte da fé apostólica.
Atenção: Essas explicações não são suficientes para conhecermos todas as obras do Senhor Jesus e como, por Ele, temos o direito a salvação. Temos matérias sobre Salvação, temos matéria sobre vida eterna, outros textos mostrando a divindade de Cristo, a nossa justificação pela fé. Logo, se faz necessário dividirmos todos os conceitos para a explicação ser mais acessível. Há muitos estudos bons em muitos sites, mas verificamos que são técnicos, não acessíveis aos que ainda não conhecem a Jesus Cristo, e a nossa ideia é mostrar a mesma explicação como se estivéssemos em uma sala conversando, com analogias, exemplos...facilitando a compreensão de um assunto extremamente difícil, não somente de entender como até mesmo em acreditar.
Temas diversos que falam desde a criação, quem de fato é Deus, redenção, salvação pela fé, vida eterna entre outros muitos temas, você encontrará nesse espaço. Pedimos sua ajuda compartilhando esse estudo em suas redes sociais, amigos, parentes, vizinhos. Se a mensagem foi boa para ti, não a guarde: distribua.



